Arquivos da Categoria: Variações de um Mesmo Tema

Feliz aniversário, eterno par de olhos azuis.

Amo. Sempre.

Ouve: A gente cantando “Guantánamo” no quarto… A long,  long time ago… 

Lembro bem que eu falei que meus momentos de abstinência seriam de apenas 2 horas. E lutar por mais duas. E mais duas. E há alguns dias atrás, eu estava tentando incluir mais algumas horas. “Não agora, só mais seis horas…”. E eu acreditava conseguir. Afinal, tudo conspirava a favor…

Mas não dá. Sem abstinência. Nem mais um segundo. Mesmo calada, mesmo que distante, mesmo que um aceno de longe me faça ter vontade de construir um muro. Eu vou continuar construindo pontes que nunca levam a lugar nenhum, mas que pelo menos me fazem sair um pouco de dentro de mim mesma. Odeio a droga da minha vida e não tem um só dia em que eu não penso em me jogar do 9º andar.

E eu odeio muito mais saber que nas próximas 6 horas eu vou fugir mentalmente de tudo que tem me forçado a viver feliz e bem. Nem meu cargo novo, nem “meu namorado”, nem meu melhor amigo, nem a volta da minha Dolce, nem brincar de massinha com a Giovanna e nem os dias em que ocasionalmente amanhece frio. Eu vou odiar a droga da minha vida sempre que tiver qualquer pressentimento ou qualquer visão.

Mesmo que essa visão seja tão real e tão azul…

Ouve: Joga Fora ((Catedral))
“Nada pode encobrir o que
Você significa em mim…”

“A pior ferida é apunhalada no coração. A maioria sobrevive, mas o coração não é mais o mesmo. Sempre haverá uma cicatriz que visa, eu acho, lembrar que mesmo por pouco tempo, fizeram seu coração bater mais rápido. E é uma cicatriz que se pode viver com orgulho dela todos os dias da sua vida.”

 

Eu estava assistindo Oz, pra variar. Me deparei com essa frase.

Não foram os 2 anos mais felizes, apesar dos momentos bem legais.

Mas com certeza foram os 2 anos em que o meu coração bateu mais forte.

E arrecadou cicatrizes. Se me dão orgulho? Maybe…

 

Ouve: Todo Azul do Mar (14 Bis)

 

“Foi assim como ver o mar
A primeira vez que seus olhos

Se viram no meu olhar

Não tive a intenção de me apaixonar

Mera distração e já era

Momento de se gostar…”

Eu sempre achei genial a frase: “E a certeza de que o último dia de dezembro é sempre igual a primeiro de janeiro.”. Hoje em dia eu sei que ela se trata de mais uma das mentiras que eu acreditei. As tais das frases feitas. E o pior é que ao longo de todos esses anos ela sempre fez sentido: nada mudava no réveillon. Não até o de 2007 para 2008. No último dia você é capaz de ver lágrimas e ouvir palavras que dão a entender que alguém se arrepende de tudo o que te fez passar, e que dali em diante, tudo ia ser diferente. Mentira. Foi quase tudo igual. Quase, porque foi tudo muito pior.

 

Os dias por aqui têm passado muito depressa ((Caramba, já se passou 1 ano!)), e os sinais têm insistido em me perseguir. 2 ou 3 pessoas passaram do meu lado com aquele cheiro. Tem feito 38 graus na sombra. Como esquecer a senha que veio pro novo sistema, se ela tem a ver com a virada do ano? Quanto mais eu tentei esquecer, mais respostas eu recebi. E não que elas sejam claras, até são. Mas é amor, não é “paixonite” de verão. O que eu senti desde o segundo olhar, sempre foi amor. E o nome disso nem é persistência, é burrice. Se eu tivesse desistido enquanto eu ainda raciocinava, eu estaria melhor com certeza.

 

Ah, se eu tivesse pensado mais em mim! Eu não estaria com tantos tumores dentro do meu peito. Se eu não fosse tão burra, eu mesma teria me poupado daqueles dias que só eu conheci a minha dor que pra todos parecia uma bobagem. A minha dor ninguém sentiu. Dores que ninguém nunca sentiu é o sentimento mais comum. Logo a minha dor foi comum. Mas foi só minha. Mas eu estou sempre de mãos atadas ou sempre na mão de alguém. Essa mão me bateu tão forte, que virou dor física. Eu to tão cansada…

 

Sei lá, a maioria das coisas que eu escrevo sempre acabam ao longo do tempo me parecendo bobas. Mas olha só o que eu escrevi há um ano:

 

“Eu ouvi coisas que tive que engolir a seco. Eu disse poucas coisas ((Maldita seja a forma com a qual eu consigo me expressar.)). Palavras que cortaram o resto que me sobrava de sanidade. E isso só tem um nome: Ingratidão. Amores vieram, paixões e desejos que passaram e eu tava sempre ali, esperando, como mulher ou como na maioria das vezes como um ombro amigo. Eu dei todo o meu amor, todo o meu carinho, toda a minha dedicação. Quantas noites eu passei sem dormir só olhando e pensando onde aqueles olhos mais lindos estavam enquanto dormiam? Quantos dias qualquer barulho de moto estremecia meu corpo, na ansiedade dele chegar? Quantos dias fizemos crimes perfeitos contra as pessoas que nos incomodavam? Quase que por 2 semanas ele esquece de tudo isso. Pra mim, quase que por uma vida toda eu vou lembrar…”

 

É, vou demorar um pouco mais pra esquecer tudo isso, pois isso está mais do que vivo dentro de mim. E eu mudei tanto, pra merecer, pra pelo menos parecer digna. Fracassei. Nunca me amou. Não vai amar. E a razão disso tudo é só porque eu não sou a menina bonita com quem ele pode passear de mãos dadas e apresentar pros amigos, mas de uma coisa eu tenho certeza, por mais que eu me sinta um lixo diante dessa situação: Eu era a mulher certa pra ele. E ele sabe. Ele mesmo me disse que eu era a melhor. Pode ser que estivesse mentindo pra tentar me magoar menos. Mas é a única verdade que me sobrou. Eu sou a melhor pra ele, porque eu cuido, amo e dou apoio em TUDO. Não tenho a beleza e nem o dinheiro. Mas tenho o tal do amor. ((Pelo menos isso me conforta)).

 

Porque não houve um só dia nesse ano inteiro que eu não me lembrasse daquela praia. Não houve um só dia que eu não chorei pensando em tudo o que foi dito antes, durante ou depois. E o pior de tudo é lembrar os atos… Aqueles atos de grosseria de quem não sabia mais o que fazer para que eu me afastasse. Aquele sorriso de canto de boca dela que eu nunca vou esquecer. Parecia que ela estava lendo a minha sentença, sabendo que alguém iria sofrer e esse alguém era eu. Era eu! Depois do tanto que eu lutei quem ia sofrer era eu!

 

A minha felicidade era tão imensa. Tão grande quanto a tristeza que hoje já faz parte do nascer do meu dia, do arrastar das horas do meu trabalho e da insônia da minha noite. Um ano pode ser pouco tempo pra quem sorri, mas pra quem chora… Ah, meu Deus, envelheci 10 anos ou mais nesses 12 últimos meses! E todos os meus esforços pra ficar bem nunca duraram mais do que uma semana. Sempre tem algo que me faz lembrar aquela maldita praia. Sempre tem um cheiro dele perto de mim. E sem contar quão paranóica eu fiquei, porque eu vejo aquele sorriso de lado em qualquer boca de mulher. Na minha cabeça passam filmes, de pessoas tramando contra mim ((e hoje eu sei e posso afirmar com toda certeza: Foi tudo armado, foi tudo de caso pensado, queriam que eu sofresse!!)). Enfim, aquela praia criou uma louca. Mas, os loucos por mais incrível que pareça são os mais responsáveis pelos seu atos. E os mais politicamente corretos.

 

Queriam me ver sofrer?

 

Você, que eu tanto amava e tanto me dediquei queria me ver chorar?

E você, que sempre me cobrou lealdade, por que armou tudo isso pra mim?

E você que nem se quer me conhecia? Por que tirou minha felicidade de mim e riu de mim diversas vezes?

 

Queriam lágrimas? Eis me aqui, mais triste do que nunca, até mais do que naquela semana infindável naquele lugar horrível!

 

E agora, só me resta uma pergunta: A troco do que?

 

Dizem que a felicidade só bate na porta uma vez. Mas não fui eu que não atendi. A roubaram de mim. E a tal da frase feita “Felicidade roubada não vinga.”, é mentira. Mentira! Enfim, se eu perdi minha alegria, se a roubaram de mim, o que seja… Eu só desejo duas coisas: Encontrá-la ainda nessa vida e que quem derramou meu sangue ainda beba ele quente. Meu sangue frio costuma ser amargo demais para paladares tão peculiares.

 

Porque eu nunca menti quando disse que te amava.

Porque o meu sentimento por você sempre foi sincero, desde a ira até o amor.

Porque foi em você que eu encontrei sentido em lutar por alguma coisa, mesmo que em vão.

 

Porque você me fez enlouquecer com a sua decisão. Porque você me fez procurar pessoas que no fundo eu sabia que não valiam nada.

 

Porque foi você que me deixou aqui sozinha, no chão, chorando, sangrando.

Foi você quem me fez gritar seu nome cada vez que o vento trazia seu cheiro pra perto de mim.

 

Mas também foi por você que eu me lembrei de sorrir todos os dias. Pelos olhos teus. Pelo seu sorriso lindo que eu amo e as bobagens que falávamos todos os dias, juntos, e não enjoávamos.

=)

 

Porque eu sei que você se arrepende de tudo que me fez, mas não sabe como voltar atrás.

Porque você sente medo. E vergonha das suas próprias mentiras.

 

Porque as nossas coisas ainda estão aqui, guardadas. E a nossa casa continua aqui ao lado.

Porque eu deixei tudo exatamente no lugar, pra no caso de você resolver voltar, a gente continuar de onde parou e simplesmente esquecer tudo que ficou no meio.

 

Porque eu ainda quero você + eu. Porque eu te amo Thiago Augusto.

 

 

 

E no meio de tanto “Porquês” eu te pergunto:

Por quê?

=(

 

Ouve: Vento no Litoral (Legião Urbana)

 

“De tarde quero descansar

Chegar até a praia e ver

Se o vento ainda esta forte

E vai ser bom subir nas pedras

 

Sei que faço isso pra esquecer

Eu deixo a onda me acertar

E o vento vai levando

Tudo embora…

 

Agora está tão longe

ver a linha do horizonte me distrai

Dos nossos planos é que tenho mais saudade

Quando olhávamos juntos

Na mesma direção

A onde está você agora

Além de aqui dentro de mim?

 

Agimos certo sem querer

Foi só o tempo que errou

Vai ser difícil sem você

Porque você esta comigo

O tempo todo

E quando vejo o mar

Existe algo que diz

Que a vida continua

E se entregar é uma bobagem…

 

Já que você não está aqui

O que posso fazer

É cuidar de mim

Quero ser feliz ao menos,

Lembra que o plano era ficarmos bem…

 

Eieieieiei!

Olha só o que eu achei

Humrun

Cavalos-marinhos…”

 

 

Lembra Thi. Lembra que o plano era ficarmos bem.

 

E o que eu espero do réveillon de 2008 para 2009? Nada.

O último dia de dezembro vai voltar a ser igual a primeiro de janairo.

Ê, Humberto Gessinger…

Fátima diz:

Você e a Dani combinaram de colocar música da Legião no msn?

 

Regi diz:

Eu nem sabia q a musica dela era da Legião ahusuashuahs

Que musica que é?

 

Fátima diz:

“A Via Láctea”

Aquela que ele cantava morrendo já

Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho, quando tudo está perdido, sempre existe uma luz

 

Regi diz:

Ah ta…

A minha é “Vento no Litoral, sempre

Por mais emo que seja, ela é demais

 

Fátima diz:

É sim, lindíssima

Conhece “quando você voltar” do A Tempestade?

 

Regi diz:

O que faz em casa tão cedo?

Num conheço, mas posso baixar

 

Fátima envia:

 

    Abrir(Alt+A)

 

Fátima diz:

É a mais triste do mundo

Nada, é que amanhã vamos no Wet’n wild

E vou acordar cedo

E meus amigos foram pra SP

 

Regi diz:

Se eu chorar vc vai ver 

Eu ando muito muito muito emo kkkk

 

  Você recebeu C:\Documents and Settings\Regiane\Meus documentos\Meus arquivos recebidos\14 – Quando Você Voltar.mp3 com êxito*de Fátima.

 

Fátima diz:

Nossa, então você vai chorar

Começa a pensar em alguém com quem você brigou e queria rever

 

Regi diz:

Vc mora a 15 min do wet’n wild

 

Fátima diz:

Ou algo assim

É batata

Choro

É, mas vou acordar cedo hehehe

Na verdade eu vim cedo pra casa mais porque nós não saímos

Ficamos na casa do Ivan só

 

Regi diz:

Já to avisando, se eu chorar, eu vou ligar a minha cam e vc vai me ver a noite toda chorando

 

Fátima diz:

Hahaha

 

Regi diz:

OBRIGADA FÁTIMA

Eu estou chorando

 

Fátima diz:

Nãããão

 

Regi diz:

Porque ela só me lembrou o Thiago

 

Fátima diz:

Pensa em algo feliz

Aaaaaaaaaaaaaah

Não

 

Fátima diz:

O foda é que a Legião não tem nada alegre

 

Regi diz:

Não, o Renato era mais emo q eu e a Daniella juntas depois de um show, com pé na bunda e bêbadas…

 

Fátima diz:

Uhahuahuauhauhahua

 

Regi diz:

Mas ele era lindo né?

Caramba, que dom

 

Fátima diz:

É, fueda

Foi por muito tempo minha banda preferida

Eu só falava de Legião lá pelos meus 12, 13 anos

A mais triste é “Love in the Afternoon”, que ele fez pra um amigo que morreu, já ouviu?

 

Regi diz:

Se eu já ouvi?

Quando meu amigo morreu em 2006, tava escutando ela e a rua inteira veio saber o q eu tinha, porque eu estava aos berros

Acho q foi a única musica q me fez chorar com um sentido palpável

Uma perda de verdade

 

Fátima diz:

=/

É, eu também

Esta e uma que, teoricamente não tem nada a ver

Mas um amigo meu morreu no dia que as rádios começaram a tocar “Os Cegos do Castelo”, dos Titãs

Eu era criança

E a letra falava: “eu vou cuidar, eu cuidarei dele…”

Semana passada mesmo ela tocou num lugar eu já fiquei meio assim e comentei com o Ivan que sinto o cheiro das flores do velório dele quando a ouço

Marcou MUITO

 

Regi diz:

Nossa Fá, e eu adoro essa música

Uma das poucas do Titãs

Mas “Love in the Afternoon” também me lembra o Thiago… “Era assim, todo dia de tarde, a descoberta da amizade, e o que eu sinto, não sei dizer…”

 

Aliás, q musica do legião não me faz lembrar esse infeliz?

 

Fátima diz:

Ele gosta?

 

Regi diz:

não,

É porque são todas musicas falando de perda e tristeza, e foi só o que ele fez

 

Fátima diz:

=/

 

Regi diz:

“Eu vejo vc se apaixonando outra vez, eu fico com a saudade e vc com outro alguém…”

 

“Será que vc vai saber o quanto eu penso em vc com o meu coração?”

 

Va va va, chega de emobixisse

 

Fátima diz:

=’(

Agora já era, já to emo também…

 

Regi diz:

Ai Fá… =(

 

 

Ouve: Quando Você Voltar (Legião Urbana)

 

“Vai, se você precisa ir
Não quero mais brigar esta noite
Nossas acusações infantis
E palavras mordazes que machucam tanto
Não vão levar a nada, como sempre
Vai, clareia um pouco a cabeça
Já que você não quer conversar.
Já brigamos tanto
Mas não vale a pena
Vou ficar aqui, com um bom livro ou com a TV
Sei que existe alguma coisa incomodando você
Meu amor, cuidado na estrada
E quando você voltar
Tranque o portão
Feche as janelas
Apague a luz
E saiba que te amo…”

 

Obrigada pela música Fá. Me faz lembrar o quanto meu amor por ele é de verdade…

 

 

Porque eu não gosto (mais) de você…

Porque você me deu o melhor abraço noturno que alguém já me deu
e depois deixou meus braços órfãos.


Porque você me fez ler um escritor que eu não estava afim para que eu pelo menos naqueles dias demorasse mais de enloquecer com a sua falta.


Fez-me tomar uma garrafa inteira de vinho sozinha com seu atraso e me encontrou de pilequinho só pra rir um pouco dos meus desvarios.


E me fez querer que fosse sábado no domingo…


Você tentou me convencer que estava tudo bem entre nós quando meu coração estava inquieto naquela praia na virada do ano novo.


E parou de me ouvir em algum momento em que continuei falando, perdendo a parte mais importante da minha história.


Você me deixou sozinha… E ainda estava ao meu lado.


Você tirou um amor que estava no meu coração há tantos anos e entrou nele sem pedir licença, mudando-o, mundando-me.


E absorveu do meu cafuné o melhor calor que havia em mim.


Visitou a minha casa, preencheu o lado esquerdo do meu quarto.


E foi embora em algum momento sem se despedir, enchendo com palavras tristes aquela estrofe do meu poema incompleto.


Por que eu não gosto (mais) de você?


Porque você me fez dançar a MPB de Ana Carolina e cantar com uma voz impecável o melhor rock que já se ouviu mentalmente.


Porque me fez acreditar que os holofotes estavam todos voltados para mim e que você era minha platéia, e nem me visitou no camarim quando decretou que o show havia terminado…

 

Porque você arrancou de mim a inspiração que eu não tinha, me fez bolinar as palavras para eu escrever pra você aquelas coisas doces e as esqueceu num canto qualquer da sua pochete. E havia um coração palpitando ali…


Porque você me fez escutar a mesma música sozinha trilhões de vezes porque a melodia trazia um jeito seu pra perto.


Porque você não tirou mais nenhuma foto comigo, mas tocou violão olhando nos meus olhos aquele final da música em que a frase “Tava na cara e ela não viu…” ressoa como uma lição que eu quis mas não aprendi.


Porque você me seduziu completa e absolutamente se fazendo deslumbrante quando na verdade você só demonstrava quem queria ser, não quem não és e nem nunca será.


Porque você me roubou a solidão e não me fez companhia…

 

Porque eu ainda gostaria de você? Porque quando uma pessoa vai embora, nem sempre o que se sente por ela vai junto…

Ainda assim, Feliz aniversário meu eterno par de olhos azuis…

 

Ouve: A Vida Não Presta (Léo Jaime)

“Eu tentei naquela festa
Você fugiu de mim
Eu pensei: A vida não presta
Ela não gosta de mim…”