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	<title>♠ ¡ Às de espadas fora do baralho ! ♠</title>
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		<title>♠ ¡ Às de espadas fora do baralho ! ♠</title>
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		<title>Humberto Gessinger II</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 16:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eles]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu raio de luz. Não tem palavra melhor pra defini-lo. Até porque o nome “Humberto” significa Espírito Brilhante. Brilhante, reluzente, fluorescente!
Ah, meu amor! Meu primeiro grande amor! Meu único amor de verdade: o amor que é puro! Amor que é fraterno! Amor que é vivo! Embora hoje haja tantos muros e tantas grades que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=184&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Meu raio de luz. Não tem palavra melhor pra defini-lo. Até porque o nome “Humberto” significa Espírito Brilhante. Brilhante, reluzente, fluorescente!</p>
<p>Ah, meu amor! Meu primeiro grande amor! Meu único amor de verdade: o amor que é puro! Amor que é fraterno! Amor que é vivo! Embora hoje haja tantos muros e tantas grades que eu mesma construí em volta de ti, nunca vou deixar de te amar! A minha vontade é de te por em um potinho só pra te olhar e proteger! Mas você é do mundo e eu uma mera egoísta que agora sofre!</p>
<p>Daqui não tem mais volta e pra frente é sem saber! E eu não sei quanto tempo eu vou aguentar sem ver seus olhinhos e suas mãozinhas. Quanto eu vou aguentar sem merecer um sorriso seu. Mas eu espero o tempo que for, anjo azul! Você merece todo o tempo do mundo pra continuar descobrindo o quão extraordinário você é!</p>
<p>Hoje eu sou o que você moldou, e eu te agradeço muito por isso. Mesmo que você tenha mudado de ares, vou sempre me lembrar dos melhores anos da minha vida, das minhas loucuras, das minhas vontades e de tudo que eu fiz pra estar perto de você. Hoje em dia, quem me chamou de boba por ter feito tudo que eu quis e pude por você, tenta fazer o mesmo, mesmo que agora “seja tarde”.</p>
<p>Promete que um dia você volta? Nem que for por um dia? Só um dia&#8230;</p>
<p>Feliz aniversário! Te amo tanto!!!!!!!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/12/imagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-186  aligncenter" title="imagem" src="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/12/imagem.jpg?w=300&#038;h=239" alt="" width="300" height="239" /></a></p>
<p><em><span style="color:#00ccff;">Ouve: Ritos de Passagem + Segurança ((Engenheiros do Hawaii))</span></em></p>
<p><em><span style="color:#00ccff;">“Quando tudo mudar&#8230;”</span></em></p>
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			<media:title type="html">Regi Galvão</media:title>
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		<title>Eles são muitos, mas não podem voar&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 16:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem quando a Orion me viu, a primeira coisa que ela me perguntou foi: “Ta tudo bem? Você tava chorando? Ta com cara de triste&#8230;”. Não precisa ser muito inteligente pra ver que uma maquiagem preta ta levemente borrada já no inicio da noite, mas confesso que fiquei em silêncio por alguns minutos depois do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=182&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ontem quando a Orion me viu, a primeira coisa que ela me perguntou foi: <em>“Ta tudo bem? Você tava chorando? Ta com cara de triste&#8230;”</em>. Não precisa ser muito inteligente pra ver que uma maquiagem preta ta levemente borrada já no inicio da noite, mas confesso que fiquei em silêncio por alguns minutos depois do que ela me perguntou. Logo eu, que vinha me notando uma pessoa amarga, que tinha parado de chorar por bobagem, andava me sentindo forte. Não adianta querer mudar de personalidade: é assim que eu sou. Eu sou chorona, eu sou bobona, eu sou desanimada. Eu não acredito na felicidade a dois palmos do meu nariz. Tem que ser mais de perto, no máximo meio palmo. Um já é distante. É, eu sei que é aí onde mora meu erro, mas não dá pra ficar fingindo mais, saca? Eu sofro mais por ser personagens do que nessa vidinha sem graça que eu levo. Eu não tenho mais esperança de que tudo mude. <em>Nothing’s gonna change my world.</em> E das duas uma: ou eu aprendo a lidar comigo mesma e me aceito, ou vou viver sempre brigando com os espelhos d’água.</p>
<p>Os meus amigos são os melhores. Pra alegria. Porque quando eu me vi no chão mais uma vez, com um novo baque, nenhum deles, sei lá&#8230; Ficou perto de mim. Como o coelho da Alice, estão sempre correndo, sempre fazendo algo. Meu melhor amigo riu de mim. E pra não dizer que não existe dor maior, teve gente que não acreditou em mim. Houve quem ficasse neutro, ou fingiu ficar&#8230; E é estranho que no meio de todas essas coisas, as palavras mais sabias que eu ouvi foram de um quase desconhecido. Quase desconhecido nada. Lembra quando eu falei que levo cinco minutos pra amar alguém? Então corrigindo: Não é um quase desconhecido, é um amigo lindo que eu amo, mas que tenho pouco contato. Não que vá deixar de amá-los, isso jamais. Mas alguns tipos de sentimento se transformam. Tanto pra melhor quanto pra pior&#8230;</p>
<p>E ta tudo tão ruim&#8230; O nó que ta na minha garganta é o pior que eu já senti até hoje. Tanto que já virou física. Já chorei tanto, já torci tanto a boca, já tentei até falar com Deus, mas como sempre descubro que ele é uma mentira. É de praxe né? Todo final e começo de ano sempre acontece uma bosta. E como desgraça pouca é bobagem&#8230;</p>
<p>E me faz pensar que o pior tipo de sentimento não é o ódio. Odiar é até bom, esquenta o corpo, movimenta os músculos&#8230; O pior tipo de sentimento é a ingratidão. E ela não está presente só quando alguém que você ama te sacaneia, até porque quando é assim até cai bem, gera ódio, e ódio ajuda a não errar novamente. Mas quando a ingratidão vem de quem você menos espera, dói. Quando te deixam sangrando no chão, dói. Qual a diferença? As pessoas na minha vida sometimes nem percebem esse tipo de coisa. Lembra quando eu falei sobre tornar tudo automático? Querendo ou não, meu colo, meu carinho, minhas palavras são automáticas nas vidas das pessoas. Acham que sou um robô então? Que não precisa que nada seja recíproco? Então os novos ventos e paisagens mudam o rumo e a forma de pensar. E o robô vira só uma lata velha sem utilidade. Há quem finja que se importa, mandam mensagens e até ligam, mas mesmo assim não perguntam como você está. Contam quão a sua vida ficou extraordinária, com pontas onde o papel principal deveria ser seu por ter apoiado e ajudado tanto. É aí que só o destino ganha méritos e tudo que te resta é procurar uma nova pessoa pra repetir a mesma historia de sempre, antes que o ódio te domine.</p>
<p>Eu disse que odiar é bom? Depende até que ponto ele se manifesta&#8230; E a vontade de viver mais um dia é quase nula. Ormuz e Arimã.</p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Ouve: Pavão Misterioso ((Oswaldo Montenegro))</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>“Pavão misterioso</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Nesse calda aberta em leque</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Me guarda moleque</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>De eterno brincar</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Me poupa do vexame</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>De morrer tão moço</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Muita coisa ainda quero olhar&#8230;”</em></span></p>
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		<title>Elas ((E mais um pouco dele))</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>
		<category><![CDATA[Elas]]></category>
		<category><![CDATA[Eles]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que eu tenho uma vaga lembrança da época de escola sobre quadrados mágicos, então não vou recorrer ao Google, então se eu estiver errada me perdoem. Me lembro que a soma dos números dispostos num diagrama sempre davam o mesmo resultado, não importa qual a direção. Goiânia, São Paulo, Juiz de Fora e Barcelona. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=175&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/11/london1.jpg"></a>Acho que eu tenho uma vaga lembrança da época de escola sobre quadrados mágicos, então não vou recorrer ao Google, então se eu estiver errada me perdoem. Me lembro que a soma dos números dispostos num diagrama sempre davam o mesmo resultado, não importa qual a direção. Goiânia, São Paulo, Juiz de Fora e Barcelona. A mesma soma, a mesma medida, onde dentro delas, sem alterar o valor, havia Porto Alegre. Era um Porto Alegre mesmo, pois era onde a gente se apoiava pra ser feliz, e ainda vinham de brinde as riquezas do Rio de Janeiro.</p>
<p>Mas um dia o tempo passa. Estamos com rugas, tirando a Amanda q só tem 18 anos, tirando a Danny que tem a pele morena, tirando a Valéria que se cuida e tirando o Porto Alegre que faz botox ((kkkk)). Ok, só eu to envelhecendo, e muito depressa. Ainda vou ver esse quadrado mágico unido por uma só razão, ou só vou ver se combinar uma praia ou um churrascão? Churrasco acho que não, tá todo mundo tão magrinho agora, até eu, o relaxo em pessoa to pencas de mais magra. Meu cabelo já era, to num channel a la Lady Gaga ((Alias, to amando essa puta)), e o das meninas continuam morenos, lisos e compridos. O do Porto Alegre eu não sei cuméquitá, logo o palpite do botox é por experiências anteriores, tipo em Londrina que ele tava mais esticado do que couro de tambor.  ((Se dizem que é loucura, eu provo o contrário&#8230;))</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/11/london2.jpg"><img class="size-full wp-image-178  aligncenter" title="London" src="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/11/london2.jpg?w=219&#038;h=177" alt="" width="219" height="177" /></a></p>
<p>Ainda tenho trauma e não procuro fotos ou entro em sites. ((Sei q todo mundo acha isso uma bobagem, mas ninguém faz idéia de quantos leões eu mato por dia dentro de mim fugindo desse tal de Humberto Gessinger)). Ainda gostamos de livro, ainda quero minha camisa do Grêmio, ainda penso em viajar apenas por show&#8230; Mas algo me falta&#8230;</p>
<p>Acho que era a vontade que eu tinha de sempre acordar 5 minutos mais cedo antes de ir trabalhar pra entrar no site e ver a notinha do rodapé: Site atualizado em tal do tal do tal e ir direto pra agenda torcendo pra ter um show acessível pra alguma de nós. E ia trabalha todo dia com olhos nublados: ora por felicidade de um show, ora por tudo ser tão longe. Fazendo aquelas fãs de DVD ao vivo: Não tem jeito, esse cara criou a princesa que sou, o monstro que sou, a louca que sou. Fazendo o &#8220;Casos de Família&#8221;: demorou 18 anos pra me moldar e me abandona assim? É como pintar um quadro então? Pinta, pira nele e depois vende por milhões? Ou se vende pra um zé ninguém que até hoje não sei pronunciar o nome? Escadinha de fama? Maybe. O que me consola é que esse tal de Humberto Gessinger é mestre em quebrar a cara. Quem sabe um dia&#8230; ((sei que parece que eu odeio ele de tanto que eu detono ele quando o assunto é falta que ele me faz, mas fazendo a Clarice Lispector: A minha forma de amar, ainda parecem farpas&#8230;)).</p>
<p>Mas então&#8230; O quadrado&#8230; ((Ainda fico nervosa, ainda perco o foco&#8230;)). Solidão de noites turbulentas em quartos de hotel, onibus apertado, metrô lotado, transito infernal e medo do escuro. Brigas e beijos no banheiro ((essa é pra você Danny!kkkk)), comentários obscuros ((essa é pra você Amanda! kkkk)) e cada história que até Deus duvida, que se eu for contar, gente! Obama manda nos prender! Marcas difíceis de apagar ((essa é pra você Valzinha! kkkk)), que ficaram eternizadas em paredes de banheiro, porta de elevadores, &#8220;Na Na mesinha&#8221; ou até na puta que pariu. Esse era meu quadrado mágico, meu quadrado perfeito. Eu sim posso dizer que eu era feliz e não sabia. Ou melhor, eu sabia sim. Eu sempre soube que eu era muito feliz e sabia quem me causava isso. Porto Alegre? Não. Até porque eu sou Paulista e sou orgulhosa. Ok, ele nos fez conhecer mais rápido, porque que a gente ia se conhecer um dia, isso é fato. Só que se não fosse ele, ia ter demorado um pouco mais, o que eu acho desnecessário quando assunto é amor puro. Amor fraterno. A fraternidade é quem sempre me fez feliz. Eu fico brava com esse velho feio porque ele causa e muda os ares. Todo mundo muda de ares um dia, mas nem sempre mudam a direção. E não, nunca, jamais muda a medida.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/11/humberto-e-todas.jpg"><img class="size-medium wp-image-179  aligncenter" title="Humberto-e-todas" src="http://asdespadas.files.wordpress.com/2009/11/humberto-e-todas.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>E a medida de amar continua sendo aquela de sempre. Totalmente sem medida&#8230;</p>
<p><span style="color:#00ccff;">Ouve: A Perigo ((Engenheiros do Hawaii))<br />
<em>“Hoje estamos separados, divididos<br />
Mas um dia, um dia!</em></span></p>
<p><span style="color:#00ccff;"><em>Nós seremos a maioria!”</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asdespadas.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asdespadas.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asdespadas.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asdespadas.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asdespadas.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asdespadas.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asdespadas.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asdespadas.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asdespadas.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asdespadas.wordpress.com/175/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=175&subd=asdespadas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Regi Galvão</media:title>
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			<media:title type="html">London</media:title>
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		<title>¿ Como é que eu troco de Canal ?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não sou qualquer amigo de todos, não concorro a Senhor simpatia nem sou adorado por unanimidade. As pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito, mas às vezes gostam tanto que sentem inveja. O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sou qualquer politicamente correto. Não sigo todas as regras da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=173&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em><span style="color:#00ccff;">&#8220;Não sou qualquer amigo de todos, não concorro a Senhor simpatia nem sou adorado por unanimidade. As pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito, mas às vezes gostam tanto que sentem inveja. O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sou qualquer politicamente correto. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso&#8230; Erro, admito, aprendo, ensino&#8230; Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade.&#8221;</span></em></p>
<p>Depois de um enorme bloqueio pra escrever, começo essas linhas já tendo a certeza de que será o meu maior texto. Nesse ultimo mês, ensaiei muitos rabiscos aqui em casa, no trabalho e no celular. Eu me lembro que uma vez eu disse aqui que falar alivia as dores na alma. Mas o silêncio teria me caído como uma luva. Aliás, eu deveria aprender que o meu silêncio vale mais do que 1437 palavras. Mas eu tenho tanto pra falar, que talvez seja o último post. O último e o mais longo. E tudo que eu queria era escrever que estava tudo bem. Poutz, me toquei agora que eu não estava conseguindo escrever porque estava tudo bem. E já não está mais&#8230;</p>
<p>Câncer é uma morte horrível. Enforcamento é pior ainda. Acho que não quero falar nisso&#8230; É como um viciado trava sua luta diária: Não alimente seus próprios demônios. Mas da janela do 9º andar eu via um dia tão amarelo, tanto sol, tanto calor&#8230; Acho que quero falar apenas que a palavra “Câncer” me causa arrepios. Mas falar do enforcamento faz com que eu veja as belezas, então parece que estou apoiando o que ele fez. A minha falta de vontade de viver e a preguiça que eu tenho de lutar me faz admirar a coragem que o Daniel teve de por um “fim” no próprio sofrimento. As minhas tentativas frustradas me deprimem. Lembrar das dores de estomago e olhar pras marcas nos pulsos me deprime. Não pelo que tenha acontecido, talvez eu nem lembre mais o motivo de cada tentativa ((e parei 5 minutos pra pensar e só me lembrei do último, é obvio)). Mas me deprimem ora por não ter conseguido, ora por ter tentado. E me faz lembrar o quão convidativo o mar estava naquela tarde em Peruíbe há quase dois anos atrás. Eu já teria evitado tanta coisa de lá pra cá. ((E do nada e totalmente sem querer dei um sorriso de lado enquanto escrevia a última frase. Pois é, demônios mais do que alimentados e ainda sussurrando famintos&#8230;)).</p>
<p>Os meus demônios são extremamente fortes. Um deles me derruba no chão com um dedo. Outro me seduz pra eu atender suas vontades&#8230; Tipo uma puta mesmo. E se for ver o lado bom, eu tenho um demônio que me causa euforia. Talvez seja ele que não me deixou morrer antes da hora. E pra ele não importa o quanto meu coração está partido: vai sempre me dar um bom motivo pra alimentar o que é azul. E eu que não tenho mais nenhuma paciência para o que é azul, acendo um cigarro e espero o câncer. O enforcamento não vem, tenho certeza disso. Talvez porque eu vejo a morte como um castigo. E eu, mereço ser castigada pelo que? Se tudo que eu falo e faço é pensando no melhor? E agora é tão ruim essa sensação de impotência&#8230;</p>
<p>E foi horrível mais uma vez me ver caída no chão. E dessa vez foi tão pior porque parecia que eu estava fora de mim e enquanto isso assistia minha matéria sofrer. Falar alivia as dores na alma, mas não aliviam em nada quando a dor já se torna física. É a sensação de guardar tudo e querer explodir, e explodir na hora errada. É dar um grito de socorro pra uma pessoa que você tem certeza que vai te ajudar, e ver aqueles cabelos longos e pretos de costas pra você, alegando que não podia fazer nada. É a sensação de que em minutos você assiste sua matéria sangrar e olhos famintos bebem ainda quente. É a sensação de quem luta por justiça, e só encontra egoísmo. E mesmo não sendo a primeira vez que ninguém ouve/acredita, é a sensação de que espadas atravessavam meu peito e perfume era jogado por cima.</p>
<p>É a sensação de perda, em todos os sentidos. Sensação de impotência, de que eu estava encurralada. Destino traçado? Maybe&#8230; Mas eu nunca precisei ser um personagem. Tudo que eu fui dentro daquela empresa foi muito sincero. Eu fiquei do lado dela o tempo todo, até no hospital quando todo mundo torcia pra ela não voltar e fazia piadinhas, eu fui vê-la. Esperava retorno? Não. Só não esperava abandono quando eu mais precisasse. Agora olha pra mim? Chorando e comendo há 5 dias. Tudo por culpa de uma cabeça chata, pau-de-arara do caralho, baianinha dos infernos. NÃO! Eu não mudo a minha opinião que essas pragas malditas que se instalam no meu Estado só vem estragar. Se ela foi demitida também? Claro que não. Ela tem a proteção de muitos. E agora eu vejo e sei o que é nadar e morrer na praia: é ver um olho fingindo que chora, é alguém que fingiu o tempo todo que amou você. E em tempos como esses vemos como o amor é banal. Quer mais um exemplo? Agora pouco eu tava procurando a senha do meu MSN numa agenda antiga e achei um bilhetinho dele assim: &#8220;Eu te amo muito!&#8221;&#8230; É melhor nem comentar a forma como as pessoas amam. Como eu sempre disse e afirmo: sou cafona mesmo. Amo muito mesmo antes de conhecer, amo o dobro quando conheço e amo ao cubo quando me apego. A forma que eu amo quando perco? Pergunta pro Hugo, pro Thiago, pra Karen Bertelli, pro Kaique&#8230; <em>&#8220;Como fere e faz barulho o bicho que se machucou, viu?</em>&#8220;&#8230;</p>
<p>Em dias como esse em que o seu cinzeiro está cheio, ((Parênteses: Sábio Humberto Gessinger que disse que um telefonema bastaria&#8230; Te amo Thaynan&#8230;)) que tem comida e chocolate até o topo da sua garganta e a sensação de ainda cabe um copo de Coca antes de vomitar tudo, que o seu cabelo é um lixo, que você só é bonita de maquiagem, e que você não tem nada e nem ninguém, é difícil pensar de como se reerguer do chão. Agora eu não quero. Pelo menos não agora. Eu quero chorar e descarregar a minha raiva antes que eu faça merda, porque sei que é isso que os meus demônios querem&#8230; E já que pensei no Humberto&#8230; Onde esta você meu amor? Eu não consigo entrar em site nenhum pra saber a quantas anda&#8230; Viu? É uma luta diária com os meus traumas e agora eu tenho mais um. O trauma de ser descartada por pedir ajuda.</p>
<p>Menina tão simples que eu era&#8230; Aquela que tinha o sonho de casar no aniversário de 18 anos, que queria ter uma foto e um autografo do Humberto ((Acho que foi a única coisa que de fato deu certo na minha vida, não amei em vão, mas fui abandonada, por uma razão que só eu sei entender.)), que desde pequena queria ser loira e ter uma casa com piscina. E dentre tantos sonhos tão pequenos que eu tive, que foram realizados ou não&#8230; Será que eu volto a ser quem eu era antes? Dormir em porta de show, andar numa estrada qualquer procurando o caminho das pedras? O que é azul já não me importa mais, e acho que agora é de verdade: tenho vontade de rir da vida que ele leva hoje em dia ((E se EU, tendo a vida que tenho de 5 dias pra cá tenho vontade de rir, imagina como que está a dele&#8230;)). Eu tenho um amor que é só meu e de mais ninguém. Saudades que são só minhas e de mais ninguém.</p>
<p>Ódio que é só meu. E de mais ninguém.</p>
<p>E tudo que eu queria escrever era que estava tudo bem. Com a Val e o Nan. E com os derivados do Nan&#8230; Mas agora já não está.</p>
<p>E talvez nem vai ficar&#8230;</p>
<p><em><span style="color:#00ccff;">Ouve: Vida Real ((Engenheiros do Hawaii))<br />
“Esperei chegar a hora certa<br />
Por acreditar que ela viria<br />
Deixei no ar a porta aberta<br />
No final de cada dia<br />
Cai a noite doce escuridão<br />
De madura vai ao chão</span></em></p>
<p><em><span style="color:#00ccff;">Na hora da canção em que eles dizem ‘baby’<br />
Eu não soube o que dizer<br />
Ah&#8230;vida real!<br />
Como é que eu troco de canal?”</span></em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Olho do furacão&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/09/29/olho-do-furacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 00:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>

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		<description><![CDATA[Tava lendo os posts anteriores&#8230; Aos olhos de quem vê, pode parecer um blog tão triste, diferente da Regi que a maioria das pessoas conhece ((Cada um tem a Regi que merece)). Acho que na verdade é triste, porque na maioria das vezes que eu sento pra escrever alguma coisa, estou triste com alguma coisa. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=169&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Tava lendo os posts anteriores&#8230; Aos olhos de quem vê, pode parecer um blog tão triste, diferente da Regi que a maioria das pessoas conhece ((Cada um tem a Regi que merece)). Acho que na verdade é triste, porque na maioria das vezes que eu sento pra escrever alguma coisa, estou triste com alguma coisa. Se um dia for escrever um livro, vai ser do naipe de novela mexicana, mas como sempre, com uma vilã impiedosa, afinal, eu só sei escrever pra me expressar, e eu sou dona de uma dupla face rara. Quem convive comigo sabe. E quem entende gosta. Já que eu falei em novela, tava reparando&#8230; Toda novela tem uma moça pobre que casa com um cara rico, enquanto todo mundo fala que ela é uma aproveitadora. Tem sempre o cara que come a empregada. Tem aquela que se fode a vida toda, e no final se dá mega bem. Antes as vilãs tinham um final trágico, mas ultimamente elas tem se dado bem. Acho que isso me insentiva a mudar algumas coisas e conceitos&#8230; Porque se já é disso que me taxam, bora vestir a carapuça né?</p>
<p>Expressar&#8230; Eita coisinha difícil&#8230; Acho que já falei isso umas mil vezes: apenas escrevendo eu faço isso bem. Sometimes. Será que eu vou ter que escrever um livro/manual de como lidar comigo para cada uma das pessoas que convivo? Tirando meu diamante, o meu cristal, minha hematita e meu ônix, onde a comunicação com palavras nem sempre é necessária, onde bastar sentir ou olhar&#8230; Tá complicado fazer com que me entendam. É facil lidar com a Regi que tá sempre fazendo palhaçada, com a Regi feliz, com a Regi que corre atrás. Mas é um porre então lidar com a Regi que chora, com a Regi que trabalha 10 horas por dia ((se bem que adoro isso, afinal, o trabalho enobresse)), com a Regi que cansa? E sabe por que deve ser difícil? Falta de expressão. Eu não gosto de brigar ou discutir por pequenas coisas e o resultado da pedrinha rolando morro a baixo é sempre catastrófico. Se eu resolvo falar, mesmo que de um modo sutil, estoura a guerra no Iraque, Saddan retorna das trevas, BinLaden veste um colete a prova de balas e Hitler sai na rua só de calcinha. Sometimes, eu preciso que busquem a mim. Eu já busco demais tantas coisas apesar de ser acomodada. Tem coisas que nunca vão mudar e quando eu penso que me basta eu estou errada. E mais errada na visão de todos. Devo continuar mentindo, fingindo que não me importo? Maybe&#8230;</p>
<p>E é por essas e outras que às vezes é bom aderir prioridades fora do eixo casa-trabalho. Cuidar de quem/que realmente se importa. Diamantes importados e cristais brutos, sempre! Hematitas, sempre! Ônix é sempre no limite, mas é pra sempre. Quando se escolhe amar, não importa se é a ferro e fogo. Desde que haja importância. A ônix se importa comigo e eu com ela. Minhas pedras preciosas&#8230; Acho que foi a certeza desses amores eternos que passei a chamar meus melhores amigos com nome de pedras preciosas. Cada uma com sua beleza, seu poder e sua força. E sua influencia sobre mim. Mas isso é uma coisa pra se falar depois ((apesar de serem prioridades))&#8230;</p>
<p>Do lado de cá a fase zica-do-pântano está se amenizando ((tirando a porra do celular)). Curtindo os últimos dias de frio, que não estão bem do jeito que eu gosto devido a umidade, mas se tem um vento gelado fazendo vuuuuhhhh na orelha já tá de bom tamanho. Continuo sem dormir, continuo cansada ((Por muitos motivos)), mas to aproveitando ao máximo. Agora eu vejo quanto tempo eu perdi dormindo&#8230; Ainda gosto do meu travesseiro, mas as noites com a cabeça fora dele têm sido fantasticas. A única coisa que está atrapalhando muito é o trauma do assalto. Atravesso a rua zilhões de vezes, cada vez que alguém vem na minha direção. Me peguei chorando de pânico dias atrás no caminho de volta pra casa e quando cheguei não sabia explicar a minha mãe o porque de tanto choro. Trauma é bem diferente de karma, hoje eu posso dizer isso. Eu tenho trauma de tantas coisas&#8230; E dos karmas eu diria que gosto um bocado, mas tem dias que eu não tenho a menor paciência com eles. Os pensamentos azuis andam me fazendo soltar cada palavrão que mamãe sentiria vergonha. Aliás, vergonha na cara resolveria tantas coisas&#8230; Um dia eu aprendo. Ah, aprendo! Eu sei que já disse um milhão de vezes que eu cansei, mas porra! É muita infantilidade pra uma cabeça só! E no mais, eu tenho prioridades. E é das prioridades que eu trato com carinho. Claro que nem sempre posso abrir mão de tudo pra estar com eles, mas o possível e o impossível eu faço. A recompensa é um corção palpitando feliz cada vez que penso neles, um sorriso gostoso e os abraços melhores ainda. Ai ai, como eu amo! s2</p>
<p><span style="color:#99ccff;">Ouve: Olho do Furacão ((Engenheiros do Hawaii))<br />
</span><em><span style="color:#99ccff;">&#8220;Se for parar pra pensar, não vai sair do lugar<br />
¡ Não tem parada errada, não !<br />
No olho do furacão&#8230;&#8221;</span></em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Pra fazer a frase feita e sentir os efeitos colaterais&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/09/04/pra-fazer-a-frase-feita-e-sentir-os-efeitos-colaterais/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 01:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois bem. Eu sempre falei que odeio as frases feitas. Mas faz alguns dias em que eu penso seriamente em uma delas:
“O segredo é não correr atrás das borboletas&#8230; É cuidar do jardim para que elas venham até você.”
Mas como sempre, algo de contraditório nisso. Pra começar eu não sou muito fã de borboletas e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=165&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pois bem. Eu sempre falei que odeio as frases feitas. Mas faz alguns dias em que eu penso seriamente em uma delas:<br />
<em>“O segredo é não correr atrás das borboletas&#8230; É cuidar do jardim para que elas venham até você.”</em></p>
<p>Mas como sempre, algo de contraditório nisso. Pra começar eu não sou muito fã de borboletas e já cuidei muito do meu jardim. Não é querendo me achar, mas quem me ganha, me ganha pra sempre, por isso eu sofro tanto quando alguém, mesmo que me sacaneie, vai embora. Mas não, eu não vou correr mais atrás.</p>
<p>Cansei.</p>
<p>Cansei de promessas, aquelas que eu vivo caindo como uma boba, de que tudo é pra sempre. Nada é pra sempre. Não. Tem coisas, que dentro de mim são pra sempre, por mais longe que estejam do meu alcance. Juliana Catharino é pra sempre. Rafael Garuti é pra sempre. Thiago Augusto, Humberto Gessinger, Gláucio Ayala são pra sempre. São tantos anos de saudade e imagens lindas que nunca vão sair da minha mente. Cada um durou seu tempo na minha vida, mas eu não sei esquecer das coisas boas ((maybe nem das ruins&#8230;)). Mas eu não vou mais atrás, pois cada vez que tento abro uma ferida enorme dentro de mim e o que me resta são as pessoas comuns do dia a dia ((alias, filho da puta dia a dia, aquele que me faz cruzar olhares e sorrisos superficiais de cabo a rabo do 9º andar e nas escadas para o 11º)). Contraditório demais ser alguém que ama tanto e ao mesmo tempo ser anti-social e isso me faz pensar se é isso que faz com que sempre as coisas/pessoas boas vão-se embora.</p>
<p>Frases feitas. E Shakespeare disse:</p>
<p><em>“As pessoas que mais amamos são as que mais vão nos ferir.”</em></p>
<p>Fato.</p>
<p>Juliana Catharino disse:<br />
<em>“Você leva a vida muito a sério por mais que seja louca. Coloque um pouco mais de loucura na sua própria insanidade.</em></p>
<p>Ah, se eu tivesse te ouvido, minha amiga, minha linda, minha princesa&#8230;</p>
<p>Rafael Garuti disse:<br />
<em>“Você é uma das pessoas que eu faço questão de conservar pra sempre.”</em></p>
<p>Me diz onde foi que eu errei meu transtorno loiro. Me diz? Fala pra mim?</p>
<p>E ainda me mostrou uma puta de uma frase feita, que é perfeita pra tudo que eu sinto:</p>
<p><em>&#8220;O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.&#8221;</em></p>
<p>Durou pouco. Foi muito intenso. E você é inesquecível, inexplicável. Definitivamente incomparável.</p>
<p>Thiago Augusto disse:<em></em></p>
<p><em>“Com você eu sou um bobo, você desperta a criança que existe dentro de mim.”</em></p>
<p>Dentre tantas outras que me colocam um sorriso inocente no rosto, que por mais que tentem me provar o contrário, você foi a melhor pessoa que apareceu no meu caminho. Em todos os sentidos. Ah, como eu te amo!</p>
<p>Humberto Gessinger me perguntou:</p>
<p><em>“Valeu a pena?”</em></p>
<p>Sim, amado. Sempre valeu. Obrigada por todos os tipos de sentimentos que você foi capaz de despertar em mim. Minha melhor escola, minha fortaleza&#8230;</p>
<p>Gláucio Ayala pediu:</p>
<p><em>“Não chora mais.”</em></p>
<p>Mas simplesmente não dá pra não chorar quando olho pros lados e não vejo nenhum deles. Quando não vejo mais nada e nem ninguém. Quando meu mundo desaba e eu não tenho pra onde correr. Quando os automáticos e extraordinários estão encantados com um uma nova invenção. Quando os antigos precisam de mim e eu não tenho força. Quando faz muito calor e eu tenho apenas que caminhar pra minha casa. Quando chove e eu não posso molhar minha roupa. Quando sinto perfumes, brisas e vontades. Onde estão todos? Porque ainda perguntam o motivo de eu estar tão triste? Onde estão todos vocês? Onde está a menina Lulu, o menino Kaique, o menino Peter? Onde estão os automáticos? Será que pensam em mim com o mesmo carinho que eu ainda penso? TODOS OS DIAS?</p>
<p>Já não sei se existe alguma força que me protege ou me abençoa, mas de fato existe uma força que me odeia muito. To dormindo mal pra cacete, acordando mal pra cacete, vivendo num mau humor do cacete. Nada me diverte, a não ser as paradas momentâneas, que me fazem voltar pra casa pensando: Tenho um namorado pra que? Um trabalho pra que? Amigos pra que? No dia seguinte depois da noitada talvez ninguém se lembre. Talvez porque bebeu demais. Talvez porque não seja importante lembrar. Só eu me lembro e não sinto preguiça ou rancor. E tem uma explicação lógica pra ninguém pensar: Eu sou a única que penso primeiro nos outros antes de pensar em mim mesma. O que eu sinto é uma mágoa muito grande por coisas que não foram ditas enquanto ainda dava tempo. Logo, não é magoa de nenhum deles. É uma dor só minha e como eu sempre digo: uma dor que é só minha, só eu sei o tamanho dela&#8230;</p>
<p>E é feita, mas é minha:<br />
<em>“Ninguém conhece sua força até precisar realmente dela. Principalmente a bruta.”</em></p>
<p><span style="color:#3366ff;">Ouve: Clarisse ((Legião Urbana))</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><em>“Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e <strong>descartado</strong><br />
Quem diz que me entende nunca quis saber<br />
(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><em>E a dor é menor do que parece<br />
Quando ela se corta ela se esquece<br />
Que é impossível ter da vida calma e força<br />
Viver em dor, o que ninguém entende<br />
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.<br />
(&#8230;)<br />
Ninguém entende, não me olhe assim<br />
Com este semblante de bom-samaritano<br />
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente<br />
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente<br />
Nada existe pra mim, não tente<br />
<strong>Você não sabe e não entende</strong><br />
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito<br />
Clarisse sabe que a loucura está presente<br />
E sente a essência <strong>estranha do que é a morte</strong><br />
Mas esse vazio ela conhece muito bem<br />
De quando em quando é um novo tratamento<br />
Mas o mundo continua sempre o mesmo<br />
O medo de voltar pra casa à noite<br />
(&#8230;)<br />
Um mundo onde a verdade é o avesso<br />
E a alegria já não tem mais endereço<br />
Clarisse está trancada no seu quarto<br />
Com seus discos e seus livros, seu <strong>cansaço</strong><br />
Eu sou um pássaro<br />
Me trancam na gaiola<br />
E esperam que eu cante como antes<br />
(&#8230;)”</em></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>O Menino Thaynan&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/23/o-menino-thaynan/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 04:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eles]]></category>

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		<description><![CDATA[E não tem melhor jeito de começar. Eu amo. É um amor doentio, violento e cheio de ciúmes. Não lembro se já mencionei, mas eu tenho um sério problema com ciúmes de amigos. Eu simplesmente tomo posse e já era. Se sofro? Maybe&#8230; Só sei que ele é a primeira “pessoa de verdade” que merece [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=161&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>E não tem melhor jeito de começar. Eu amo. É um amor doentio, violento e cheio de ciúmes. Não lembro se já mencionei, mas eu tenho um sério problema com ciúmes de amigos. Eu simplesmente tomo posse e já era. Se sofro? Maybe&#8230; Só sei que ele é a primeira “pessoa de verdade” que merece um post nessa categoria.</p>
<p>Ele é o meu loirinho, aquele que um dia eu pensei em mil e uma bobagens referentes a ele. E isso foi bom, causou impacto. As pessoas que eu vinha conhecendo eram um tanto quanto monótonas. E ele também era, até se revelar uma caixinha de surpresas. Eu disse “caixinha de surpresas”? Retiro. É uma bomba atômica de surpresas. A cada dia ele me mostra um novo Thaynan, e ainda bem que eu gosto de todos eles. Desde o menino bonitinho que eu olhava de longe até o homem responsável que ele é. Se bem que gosto mais do inconsequente: além de engraçado, vive e não sente medo. Me impulsiona, me faz rir, me dá coragem, me dá um dia inteiro de felicidade. E isso não era só quando trabalhávamos juntos, isso acontece a todo minuto&#8230;</p>
<p>É o filho que eu não tive. Depois que eu o conheci muitas coisas mudaram. Eu já ouvi falar tanto desse menino ((bem e mal)) que eu já nem sei se devo acreditar em qualquer um deles. Eu acredito no que ele é pra mim. Tem horas que eu sinto vontade de voar no pescoço dele e tirar sangue! De verdade! Ele me deixa nervosa quando enfia a cabeça num buraco, duvidando do potencial absurdo que ele tem. ((Mas que “filho” não se parece um pouco com a “mãe” né?)) Ele me deixa com alguns tipos de medo ((alguns bem parecidos com algo passado)) nos dias que acorda da pá virada. Ele me deixa com uma alegria infinita quando faz as palhaçadas para que eu ria, e me deixa mais alegre ainda quando ele solta aquela gargalhada absurda que ele tem. Ele me deixa sensata quando mostra as verdades que eu mereço saber. E me deixa triste quando está inseguro. ((Passa pra mim né? Magnetismo&#8230;)).</p>
<p>Não sei se tenho feito tão bem pra ele quanto ele me faz&#8230; Mas eu to tentando&#8230; Juro que to. Eu disse uma vez aqui que fazia questão de conservar o sorriso dele pra sempre né? Ainda faço. Agora mais do que nunca. Cometi alguns erros com ele e meio que me sinto em dívida embora eu saiba que ele nem pensa mais nisso. Fica a lição de cautela. Maldita intensidade essa minha, de não querer nada pela metade. Não sou do meio. Não sou do meio termo. Entendo todos os gestos ou nenhum. E eu não sei se é pior pensar que um dia ele pode ir embora ((Todo mundo sempre vai um dia)) ou me iludir pensando que vai ser pra sempre. É aí onde está a merda em ser intensa: Querer tudo a todo minuto. Antes fosse em doses homeopáticas.</p>
<p>E por falar em filhos, em doses homeopáticas e em amor de verdade, eu me pergunto: Porque penso tanto nele quando escuto <em>“Parabólica”</em>?</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/23/o-menino-thaynan/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1E7gJVabJX0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p> É… rsrsrs. Música, vídeo, contexto e vida. Meu filho Thaynan&#8230;</p>
<p><span style="color:#3366ff;">Ouve: Parabólica ((Engenheiros do Hawaii))<br />
</span><em><span style="color:#3366ff;">“Se a tv estiver fora do ar<br />
Quando passarem<br />
Os melhores momentos da sua vida<br />
Pela janela alguém estará<br />
De olho em você<br />
Completamente paranóico&#8230;”</span></em></p>
<p>E digo mais:</p>
<p><em><span style="color:#3366ff;">“A distância não separabólica&#8230;”</span></em></p>
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			<media:title type="html">Regi Galvão</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Adaptações de um 10 de agosto [2]&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/11/adaptacoes-de-um-10-de-agosto-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 01:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variações de um Mesmo Tema]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz aniversário, eterno par de olhos azuis.
Amo. Sempre.
Ouve: A gente cantando “Guantánamo” no quarto&#8230; A long,  long time ago&#8230; 
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=159&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Feliz aniversário, eterno par de olhos azuis.</p>
<p>Amo. Sempre.</p>
<p><span style="color:#3366ff;">Ouve: A gente cantando <em>“Guantánamo”</em> no quarto&#8230; A long,  long time ago&#8230; </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asdespadas.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asdespadas.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asdespadas.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asdespadas.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asdespadas.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asdespadas.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asdespadas.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asdespadas.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asdespadas.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asdespadas.wordpress.com/159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=159&subd=asdespadas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Regi Galvão</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Adaptações de um final de expediente&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/07/adaptacoes-de-um-final-de-expediente/</link>
		<comments>http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/07/adaptacoes-de-um-final-de-expediente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 02:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variações de um Mesmo Tema]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro bem que eu falei que meus momentos de abstinência seriam de apenas 2 horas. E lutar por mais duas. E mais duas. E há alguns dias atrás, eu estava tentando incluir mais algumas horas. “Não agora, só mais seis horas&#8230;”. E eu acreditava conseguir. Afinal, tudo conspirava a favor&#8230;
Mas não dá. Sem abstinência. Nem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=156&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Lembro bem que eu falei que meus momentos de abstinência seriam de apenas 2 horas. E lutar por mais duas. E mais duas. E há alguns dias atrás, eu estava tentando incluir mais algumas horas. <em>“Não agora, só mais seis horas&#8230;”.</em> E eu acreditava conseguir. Afinal, tudo conspirava a favor&#8230;</p>
<p>Mas não dá. Sem abstinência. Nem mais um segundo. Mesmo calada, mesmo que distante, mesmo que um aceno de longe me faça ter vontade de construir um muro. Eu vou continuar construindo pontes que nunca levam a lugar nenhum, mas que pelo menos me fazem sair um pouco de dentro de mim mesma. Odeio a droga da minha vida e não tem um só dia em que eu não penso em me jogar do 9º andar.</p>
<p>E eu odeio muito mais saber que nas próximas 6 horas eu vou fugir mentalmente de tudo que tem me forçado a viver feliz e bem. Nem meu cargo novo, nem “meu namorado”, nem meu melhor amigo, nem a volta da minha Dolce, nem brincar de massinha com a Giovanna e nem os dias em que ocasionalmente amanhece frio. Eu vou odiar a droga da minha vida sempre que tiver qualquer pressentimento ou qualquer visão.</p>
<p>Mesmo que essa visão seja tão real e tão azul&#8230;</p>
<p><span style="color:#3366ff;">Ouve: Joga Fora ((Catedral))<br />
</span><em><span style="color:#3366ff;">“Nada pode encobrir o que<br />
Você significa em mim&#8230;”</span></em><em></em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>A ausência de som que emana das estrelas&#8230;</title>
		<link>http://asdespadas.wordpress.com/2009/08/03/a-ausencia-de-som-que-emana-das-estrelas/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 01:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galvaoblue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano...]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje de manhã alguém me disse que não entende porque eu ainda gosto tanto assim das estrelas. E por alguns segundos eu me fiz mil vezes a mesma pergunta. E consegui balbuciar algumas respostas, respostas das quais uma pessoa que sentia sono não fez muita questão de se esforçar a entender. Se bem que nem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asdespadas.wordpress.com&blog=3421426&post=154&subd=asdespadas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hoje de manhã alguém me disse que não entende porque eu ainda gosto tanto assim das estrelas. E por alguns segundos eu me fiz mil vezes a mesma pergunta. E consegui balbuciar algumas respostas, respostas das quais uma pessoa que sentia sono não fez muita questão de se esforçar a entender. Se bem que nem eu entendi.</p>
<p>E se eu disser que alguma resposta ficou clara dentro de mim, vou estar mentindo. As estrelas me fizeram bem enquanto estavam do meu lado, só isso. A raposa não sofreu quando o Pequeno Príncipe teve que ir embora? Pois é, a velha história de que se torna eternamente responsável por aquilo que cativa. Eu me deixei cativar. Eu só não sabia que quando as estrelas se apagam viram areia e escorrem por entre os dedos. E olha só a de hoje do Orkut engraçadinho:</p>
<p><strong><em>Sorte de hoje:</em></strong><em> Não faz sentido dividir as pessoas em boas e más. Pessoas são apenas encantadoras ou monótonas.</em></p>
<p>As estrelas eram encantadoras. E pra mim, serão pra sempre. Mesmo que se tornem cada vez mais grãos de areia.</p>
<p>E fico meio que bolada quando usam a expressão “mar de rosas”. Se o mar de rosas for apenas das pétalas, eu digo amém. Mas muita gente esquece que as rosas têm espinhos. E espinhos machucam e dependendo da porrada dói feio.</p>
<p>Meu mar de rosas secou, as pétalas morreram, as estrelas viraram areia e só sobraram os espinhos. Se chover, o mar enche novamente. As pétalas mortas viram adubo para uma nova colheita. Novas estrelas nascem e brilham todos os dias. Se os espinhos permitirem, tudo renasce, ou se renova. Maybe.</p>
<p>Coisas tão boas acontecendo. Mas a gente sempre corre o risco de chorar quando se deixou cativar&#8230;</p>
<p><span style="color:#3366ff;">Ouve: Último Grão ((Isabella Taviani))</span></p>
<p><em><span style="color:#3366ff;">“É melhor partir antes do último grão cair&#8230;”</span></em></p>
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